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   Cultura   

 Sagrado e Profano

Ler o romance “Os Tambores de São Luís”, de Josué Montello, corresponde a um ritual de iniciação pelo universo mágico da cultura e da religiosidade popular ludovicense. Melhor que isso, só uma visita á ilha para sentir de perto a emoção transmitida pelo escritor.

O impressionante vigor de manifestações culturais como o bumba-meu-boi e o tambor-de-crioula para ficar apenas em dois exemplos – é um dos motivos pelos quais ninguém visita São Luis impunemente. Em uma cidade que se moderniza a passos largos, é emocionante constatar o respeito quase místico que seus habitantes sem diferenças de classe, mantem por suas tradições culturais. O mesmo orgulho pela São Luis dos grandes literatos é demonstrado diante dos artífices da cultura popular. Em São Luis, todos parecem reconhecer que tudo jorra da mesma fonte, que o erudito não subsiste sem o forte substrato da cultura popular.

A afirmação de uma vida num auto de morte e ressurreição, o bumba-meu-boi sintetiza influências indígenas, portuguesas e africanas em festiva referência ao ciclo do gado no Estado. O tambor de crioula, por sua vez, é herança africana em estado quase natural,assim como o tambor de mina,de caráter religioso, que remete ao candomblé através dos cultos Jeje e Nagô, impressionantemente preservado em seus dialetos originais.

Festejo do Divino Espírito Santo, de origem portuguesa, dança de São Gonçalo, cacuriá, caroço e lelê completam o império dos tambores, onde pulsa mais forte a alma ludovicense.

O calendário festeiro de São Luis começa a vigorar em fevereiro, com um dos carnavais de rua mais tranqüilos e animados do País. A folia é garantida por uma variedade de brincadeiras como fofões, tribos de índios, ursos, casinhas de roça, tambor de crioula, bandas e blocos tradicionais e de ritmo, além dos desfiles das escolas de samba. O endereço certo da folia é o bairro da Madre Deus, próximo ao Centro Histórico, responsável pela retomada da autêntica vocação do carnaval da ilha.

Mas é junho o mês por excelência da grande festa popularmente maranhense,quando já virou lugar comum dizer-se que a ilha se transforma em um grande arraial, que consome e devolve renovada a energia dos brincantes. Nativos ou não, pouco importa, todos se confundem em uma explosão de alegria, sons e cores.

 PRINCIPAIS DATAS FESTIVAS: 
       
*Carnaval oficial: todos os fins de semana depois do reveillon, até terça feira de carnaval nos circuitos (São Pantaleão, Deodoro e Madre Deus), clubes e quadras de escola de samba.

*Carnaval do Lava-Pratos: Primeiro fim de semana depois do carnaval oficial, em São José de Ribamar.

*Festa do Divino:
Cortejos popularmente singularíssimos, que misturam o culto ao Divino com homenagens ao Império, 40 dias depois da quaresma, e Alcântara.

*São João:
A grande festa popular da ilha, com bumba-meu-boi, tambor-de-crioula e varias atrações, nos meses de maio a junho.

*Festejo de São Jose de Ribamar:
Maior manifestação religiosa do Estado, com procissões, oferendas e festas pagãs. Na cidade de mesmo nome, em setembro.

 LENDAS E MISTÉRIOS 

A referencia a lendas e mistérios e obrigatória quando se refere a São Luis, pelo muito que dizem do imaginário popular local. Pode-se afirmar, sem exagero que festa e mistério são duas grandes vocações dos maranhenses, podendo a festa ser a própria celebração do mistério, a exemplo da Festa do Divino. Segundo a mais antiga das lendas da ilha (O milagre de Quaxenduba), de proporções épicas, a própria Virgem Maria teria descido dos céus para ajudar os batalhões portugueses a expulsar os franceses em 1615. Já a controvertida figura histórica de Dona Ana Jansen, senhora de escravos, de grande influencia política e econômica na São Luis do século XIX, deu origem a uma das lendas mais difundidas na primeira metade do século, graças em parte ao deficiente abastecimento de energia elétrica. Como penitencia por suas crueldades contra os escravos, Ana Jansen teria sido condenada a vagar pelas ruas da cidade nas noites de sexta-feira, em uma carruagem puxada por cavalos decapitados, sob o comando de um cocheiro igualmente mutilado.

Há também a Lenda da Serpente Adormecida, que rodeia a ilha e um dia haverá de fechar seu braço mortal, fazendo a ilha de São Luis desaparecer no oceano, A lenda da Manguda é datada do século passado e teve origem em uma farsa idealizada e mandada por comerciantes envolvidos no contrabando de mercadorias – principalmente tecidos europeus- introduzidas na praça local sem o pagamento dos tributos devidos. A figura fantasmagórica, criada pelos contrabandistas logo foi batizada de Manguda, em virtude de trajar chambre alvo, de mangas muito largas e compridas. O rosto era encoberto por mascara e da cabeça nascia uma nuvem de fumaça.

A Lenda da Praia do Olho d’Água conta que primitivamente,houve ali uma aldeia indígena,cujo chefe chamava-se Itaporama. Sua filha apaixonou-se ardentemente por um jovem da tribo. Mas este, por ser muito belo, despertou a paixão da Mãe d’Água ,que, por seus encantos e poderes sobrenaturais conquistou-o definitivamente,levando-o para o seu palácio encantado  nas profundezas do mar.

Há também o Milagre de São João Batista, que relata outra intervenção divina em ajuda aos portugueses na luta pela posse da ilha, desta vez batendo-se contra os holandeses. 


 MUSEUS, IGREJAS, PRAÇAS E MONUMENTOS! 

Um mergulho na historia maranhense deve começar pelo Museu Histórico e Artístico do Maranhão que reúne um acervo de cerca de 7.000 peças, mantendo ainda como anexos a Cafua Mercês, a Capela das Laranjeiras, o Museu de Arte Sacra, o Museu de Artes Visuais e a galeria de artes Nagy Lajos, instalado em um casarão do século XIX, o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho, também conhecido como Museu do Folclore e Arte Popular, possui um dos acervos folclóricos mais completos do país e é sem duvida uma das visitas imprescindíveis para quem deseja conhecer a fundo o populário maranhense.

Por seu turno, a tradição católica portuguesa se revela em um conjunto de igrejas, onde se destacam a Igreja da Sé, que abriga o Palácio Arquiepiscopal, A Igreja de São João, onde estiveram os restos de Joaquim Silvério dos Reis,  a Igreja do Desterro, construída a partir de uma ermida profanada pelos holandeses,a Igreja dos Remédios,exemplar de estilo gótico estilizado,Igreja de São Pantaleão,Igreja do Rosário,Igreja de Santana e Igreja de Santo Antonio,onde se originou,no inicio do século XVII, o celebre processo movido pelos franciscanos contra formigas, acusadas de ataques á despensa e de ameaça á segurança do convento.

São Luis oferece varias praças no centro, com destaque para o Largo dos Amores (onde se ergue a estatua do grande poeta Gonçalves Dias), Largo do Carmo, Praça do Panteon, Benedito Leite e Odorico Mendes.

São paradas obrigatórias construções como Fonte das Pedras, local onde acamparam as tropas de Jerônimo de Albuquerque, o Convento das Mercês, que abriga o Museu da Memória Republicana e a Fonte do Ribeirão, com suas cinco carrancas de pedras, estatua de Netuno e galerias subterrâneas cuja utilização ainda divide opiniões e incendeia a imaginação popular.

 

 Fotos: Meireles Jr

     
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